UPLOADSTATION.COM
Software | Download |
Instruções para instalação do Software:
1) Baixe o software virtua.girl.hd e extraia para a pasta vghd,
2) Mova a pasta vghd extraĂda para a raiz do disco C:\
3) Execute o arquivo totem_crack para rodar o crack do programa,
4) Pronto! Agora execute o arquivo vghd!
DOWNLOAD 33 Strippers Virtuais
| Uploadstation |
1) Cada um dos arquivos contidos no pacotĂŁo (a0118, a0160, etc…) representa uma Stripper Virtual,
2) Faça o download, e extraia o arquivo na pasta C:\vghd\Models, sem alterar os nomes das pastas,
3) Execute o arquivo VirtuaGirl_Downloader11, localizado na pasta C:\vghd,
4) Execute o arquivo vghd e com o programa aberto, habilite as Strippers na aba My collection que está em Options.
…
PS1. VocĂŞ pode escolher suas mĂşsicas MP3 favoritas para que as modelos dancem e tirem a roupa. SugestĂŁo: Pornograph – Britney Spears.
PS2. NĂŁo será preciso comprar ou se cadastrar em absolutamente nada! TambĂ©m nĂŁo se preocupem com vĂrus, trojans e outras pragas virtuais, este software foi crackeado da versĂŁo original, testado e aprovado pelo mascote TetĂŁo!

PS3. SENHA PARA DESCOMPACTAR: tetadefrango.com
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Get the Halloween mood with the Haunted House 3D Screensaver! Behold the gothic-inspired gorgeously sinister landscape of the mysterious castle, twisted old trees forming fantastic silhouettes against the huge full moon, and the old graveyard. It brings the spirit of this strange holiday right to your computer monitor.Halloween, or Hallowe’en is a holiday celebrated on October 31. Halloween activities include trick-or-treating, ghost tours, bonfires, costume parties, visiting “haunted houses”, carving Jack-o’-lanterns, reading scary stories and watching horror movies. Irish immigrants carried versions of the tradition to North America in the nineteenth century. Other western countries embraced the holiday in the late twentieth century. Halloween is celebrated in several countries of the Western world, most commonly in the United States, Canada, Ireland, Puerto Rico, Japan, New Zealand, United Kingdom and occasionally in parts of Australia. In Sweden the All Saints’ official holiday takes place on the first Saturday of November.
06
Descrição: É difĂcil acreditar que um homem revolucionou os computadores nos anos 1970 e 1980, o cinema de animação e a mĂşsica digital nos anos 1990. Por outro lado, sĂŁo lendárias as histĂłrias de seus repentinos acessos de raiva, revelando o verdadeiro Steve Jobs. EntĂŁo, o que há, realmente, dentro do cĂ©rebro de Steve? Segundo Leander Kahney, Ă© um fascinante feixe de contradições.
O autor destila os princĂpios que guiam Jobs ao lançar produtos arrasadores, ao atrair compradores fanaticamente fiĂ©is e ao administrar algumas das marcas mais poderosas do mundo. O resultado Ă© este livro singular sobre Steve Jobs que Ă©, ao mesmo tempo, uma biografia e um guia de liderança, impossĂvel de largar.
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Nome do livro: A Cabeça de Steve Jobs
Nome do Autor: Leander Kahney
Gênero: Informática/Internet
Editora: Digital Source
Formato: PDF
Idioma: PortuguĂŞs
+ postagens sobre Steve Jobs?
[ DOWNLOAD - Steve Jobs - Filmes e Jogos ]
05
Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPad, o iPhone e o iPad.
Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do SilĂcio, na CalifĂłrnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos era “simplesmente funciona” (em inglĂŞs, “it just works”), impacto que foi alĂ©m de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.
A luta de Jobs contra o câncer desde 2004 o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, que escapou da falĂŞncia no final da dĂ©cada de 90 para se transformar na maior empresa de tecnologia do planeta. Desde entĂŁo, passou por um transplante de fĂgado e viu seu obituário publicado acidentalmente em veĂculos importantes como a Bloomberg.
Foi obrigado a lidar com a morte, que temia, como a maioria dos americanos de sua geração, desde os dias de outubro de 1962 que marcaram o ápice da crise dos mĂsseis cubanos. “Fiquei sem dormir por trĂŞs ou quatro noites porque temia que se eu fosse dormir nĂŁo iria acordar”, contou, em 1995, ao museu de histĂłria oral do Instituto Smithsonian.
“NinguĂ©m quer morrer”, disse, posteriormente, em discurso a formandos da universidade de Stanford em junho de 2005, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário. “Mesmo as pessoas que querem ir para o cĂ©u nĂŁo querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte Ă© um destino do qual todos nĂłs compartilhamos. NinguĂ©m escapa. É a forma como deve ser, porque a morte Ă© provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo.”
Na página da Apple, foto em homenagem aofundador (Foto: Reprodução)
Homem-zeitgeist
A melhor invenção da vida, nas palavras do zen-budista Jobs, deixa a indĂşstria da tecnologia ĂłrfĂŁ de seu “homem-zeitgeist”, ou seja, o empresário que talvez melhor tenha capturado a essĂŞncia de seu tempo. Jobs apostou na mĂşsica digital armazenada em memĂłria flash quando o mercado ainda debatia se nĂŁo seria mais interessante proteger os CDs para fugir da pirataria.
Ele acreditou que era preciso gastar poder computacional para criar ambientes gráficos de fácil utilização enquanto as gigantes do setor ainda ensinavam usuários a editar o arquivo “AUTOEXEC.BAT” para configurar suas máquinas. Ele viu a oportunidade de criar smartphones para pessoas comuns ao mesmo tempo em que o foco das principais fabricantes era repetir o sucesso corporativo do BlackBerry.
Sob o comando de Jobs, a Apple dizia depender muito pouco de pesquisas de mercado. “NĂŁo dá para sair perguntando Ă s pessoas qual Ă© a prĂłxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido”, afirmou, em entrevista Ă revista “Fortune” em 2008. Em 2010, quando perguntado sobre quanto a Apple havia gasto com pesquisa com consumidores havia sido feito para a criação do iPad, Jobs respondeu que “nĂŁo faz parte do trabalho do consumidor descobrir o que ele quer. NĂŁo gastamos um dĂłlar com isso.”

Nem sempre esta habilidade garantiu o sucesso da Apple, como na primeira versĂŁo da Apple TV, computador adaptado para trabalhar com central multimĂdia que nĂŁo conseguiu um volume de vendas relevantes. Mas Jobs conseguia minimizar os fracassos: no caso da Apple TV, ele dizia que se tratava de um “hobby”, um projeto pessoal que nĂŁo fazia tanta diferença nos planos da empresa.
Perfeccionista e workaholic, Jobs gostava de controlar todos os pontos da produção da Apple, resistindo, inclusive, Ă decisĂŁo de terceirizar gradativamente a fabricação dos produtos da companhia para fabricantes chineses – plano proposto e executado pelo agora novo comandante da companhia, Tim Cook, e que se mostrou acertado.
Conhecido como um “microgerente”, nenhum produto da Apple chegava aos consumidores se nĂŁo passasse pelo padrões Jobs de qualidade e de excentricidade. Isso incluĂa, segundo relatos, o nĂşmero de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. No dia do anĂşncio de que Jobs estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra, criador do Google Plus, contou que recebeu uma ligação do presidente da Apple no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do Ăcone do atalho do Google no iPhone.
Steve Jobs durante apresentação de produtoda Apple nos EUA (Foto: Reuters)
Na busca por produtos que fossem de encontro com seu padrĂŁo de qualidade pessoal, Jobs era criticado em duas frentes. Concorrentes e boa parte dos consumidores que tentavam fugir da chamado “campo de distorção da realidade” criado pela Apple reclamavam das diversas decisões que faziam dos produtos da companhia um “jardim fechado”, incompatĂveis com o resto do mundo e restritos a normas que iam alĂ©m de restrições tecnolĂłgicas. Tecnicamente sempre foi possĂvel instalar qualquer programa no iPhone, mas a Apple exige que o consumidor sĂł tenha acesso aos programas aprovados pela companhia.
Internamente, entre alguns de seus funcionários, deixou a imagem de “tirano”. Alan Deutschman, autor do livro “The second coming of Steve Jobs”, afirma que, ao lado do “Steve bom”, o mago das apresentações tĂŁo aguardadas pelo didatismo e capacidade de aglutinar o interesse do consumidor, tambĂ©m existia o “Steve mau”, um sujeito que gostava de gritar, humilhar e diminuir qualquer pessoa que lhe causasse algum tipo de desprazer.
Ao jornal “The Guardian”, um ex-funcionário que trabalhou na Apple por 17 anos comparou a convivĂŞncia com Steve com Ă sensação de estar constantemente na frente de um lança-chamas. Ă€ revista “Wired”, o engenheiro Edward Eigerman afirmou: “mais do que qualquer outro lugar onde já trabalhei, há uma grande preocupação sobre demissĂŁo entre os funcionários da Apple”. A mesma publicação contou que o diretor-executivo nĂŁo via problemas em estacionar sua Mercedes na área da empresa reservada aos deficientes fĂsicos — Ă s vezes, ele ocupava atĂ© dois desses espaços.
Jobs tambĂ©m sempre precisou de um “nĂŞmesis”, um inimigo que ele satanizava e ridicularizava em pĂşblico como contraponto de suas ações na Apple. O primeiro alvo foi a IBM, com quem disputou o mercado de computadores pessoais principalmente no inĂcio dos anos 80. Depois, a Microsoft, criadora do MS-DOS e do Windows. Mais recentemente, Jobs vinha mirando o Google, gigante das buscas na internet cujo presidente chegou a fazer parte do conselho de administração da Apple, e que investiu no mercado de sistemas para smartphones com o Android. Jobs ordenou que a Apple lutasse, mesmo que judicialmente, contra o programa que ele considerava um plágio do iOS, coração do iPhone e do iPad.
Steve Jobs (Ă direita), ao lado do antigo sĂłcioSteve Wozniak (Foto: Kimberly White/Reuters)
Do LSD ao Mac
O sucesso empresarial de Jobs Ă© ainda um dos principais resquĂcios da transformação da contracultura dos anos 60 e 70 em mainstream nas dĂ©cadas seguintes. A companhia que hoje briga para ser a maior do mundo foi fundada apĂłs Jobs ir Ă ĂŤndia em 1973 em busca do guru Neem Karoli Baba. O Maharaji morreu antes da chegada de Jobs, mas o americano dizia que havia encontrado a iluminação no LSD.
“Minhas experiĂŞncias com LSD foram uma das duas ou trĂŞs coisas mais importantes que fiz em minha vida”, disse, em entrevista ao “New York Times”. Depois, afirmou que seu rival, Bill Gates, seria “uma pessoa (com visĂŁo) mais ampla se tomasse ácido uma vez”. O LSD foi a mesma droga que fascinara o inventor do mouse e precursor do ambiente gráfico, Douglas Englebart, cerca de dez anos antes de Jobs.
Coincidentemente foram o mouse e o ambiente gráfico os inventos que chamaram a atenção de Jobs na fatĂdica visita ao laboratĂłrio da Xerox em Palo Alto, em 1979. É uma das histĂłrias mais contadas e recontadas do Vale do SilĂcio, e as versões variam entre acusações de espionagem industrial Ă simples troca pela Apple de patentes que a Xerox nĂŁo teria interesse em desenvolver por ações da companhia, que abriria seu capital no ano seguinte.
Fato Ă© que a equipe de Jobs voltou da visita encantada com a metáfora do “desktop” utilizada pelo Xerox Alto. A integração entre Ăcones representando cada uma das funções do computador, acessadas por meio de uma seta comandada por um mouse, foi a base do Apple Lisa e, posteriormente, do Macintosh.
Steve Jobs, em uma das últimas aparições à frenteda Apple (Foto: Robert Galbraith/Reuters)
Com o “Mac”, enfim, Jobs conseguiu colocar em prática a visĂŁo de que havia desenvolvido em parceria com o amigo e sĂłcio Steve Wozniak, responsável pela criação das soluções tĂ©cnicas que fizeram dos primeiros computadores da Apple máquinas que mudaram o cenário da computação “de garagem” que vinha se desenvolvendo nos Estados Unidos nos anos 70. Agora, 8 anos apĂłs a fundação da empresa, Jobs e “Woz” apresentavam um computador que nĂŁo era feito para “o restante de nĂłs”.
“Algumas pessoas acreditam que precisamos colocar um IBM PC sobre cada escrivaninha para melhorarmos a produtividade. NĂŁo vai funcionar. As palavras mágicas especiais que vocĂŞ precisa aprender sĂŁo coisas como ‘barra Q-Z’. O manual para o WordStar, processador de texto mais popular, tem 400 páginas. Para escrever um livro, vocĂŞ precisa ler um livro – e um que parece um mistĂ©rio complexo para a maioria das pessoas”, afirmou Jobs em entrevista publicada pela Playboy americana de fevereiro de 1985.
Na frase, Jobs demostra que queria enfrentar a IBM, gigante nascida no inĂcio do sĂ©culo e que, depois de dominar o mercado de servidores corporativos, queria tomar tambĂ©m o setor de computadores pessoais. Para ele, as máquinas da IBM eram feitas “por engenheiros e para engenheiros”, e havia a necessidade de criar algo para o “restante”, ou, como diria a famosa campanha “Pense diferente” da Apple de 1997, um computador para “os loucos, os desajustados, os rebeldes (..), as peças redondas encaixadas em buracos quadrados”.
SaĂda da prĂłpria empresa
Mas o sucesso do Mac – que viria posteriormente a impulsionar a adoção de ambientes gráficos atĂ© mesmo entre os computadores da IBM (com o Windows, criado pela Microsoft) – nĂŁo evitou que Jobs acabasse demitido de sua prĂłpria companhia. As disputas internas entre equipes que queriam investir no mercado corporativo e as que apostavam apenas no consumidor fizeram com que John Sculley, vindo da Pepsi Ă convite do prĂłprio Jobs, convencesse o conselho de administração de que era hora da empresa se livrar de seu fundador.
Durante a dĂ©cada em que esteve fora, Jobs fez dois investimentos que acabaram, de maneiras diferentes, alavancando o mito em torno de seu “toque de midas”. No primeiro, pagou US$ 10 milhões pela problemática divisĂŁo de computação gráfica da LucasFilm, empresa de George Lucas responsável por franquias do cinema como Star Wars e Indiana Jones. A nova empresa foi batizada de Pixar, e apĂłs emplacar sucessos como “Toy story”, “Vida de inseto”, “Monstros S.A.” e “Procurando Nemo”, acabou sendo adquirida pela Disney por US$ 7,4 bilhões em 2006. No processo, Jobs se transformou no maior acionista individual da companhia de Mickey Mouse.
O outro investimento foi a semente não apenas do retorno de Jobs à Apple, mas teve relação direta com o surgimento da World Wide Web, invenção que impulsionou o crescimento da internet no mundo. Com a NeXT, Jobs desenvolveu computadores poderosos indicados para o uso educacional e desenvolvimento de programas. Um terminal NeXT foi usado por Tim Berners-Lee como o primeiro servidor de web do mundo, em 1991. Em dezembro de 2006, a Apple adquiriu a NeXT, manobra que serviu para incorporar tecnologias ao grupo e trazer Jobs de volta para o comando da companhia.
Steve Jobs com seu sucessor no comando daApple, Tim Cook (Foto: Kimberly White/Reuters)
O retorno de Jobs marca o inĂcio de uma era de crescimento para a Apple incomum na histĂłria do capitalismo americano. A sequĂŞncia de sucessos – alguns atrelados a mudanças no paradigma de mercados importantes – inclui o MacBook, o tocador digital iPod, a loja virtual iTunes, o iPhone e o iPad. A maioria destes produtos veio de ideias impostas pelo prĂłprio Jobs. Ă€ revista “Fortune”, em 2008, Jobs falou sobre sua tĂŁo aclamada criatividade – “sempre aliada ao trabalho duro”, como ele mesmo enfatizou. “NĂŁo dá para sair perguntando Ă s pessoas qual Ă© a prĂłxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido.”
Nesta segunda passagem, Jobs reforçou ainda o legado de um empresário Ămpar, que impunha uma visĂŁo holĂstica na criação, desenvolvimento e venda de seus produtos, Do primeiro parafuso ao plástico que embalaria a caixa de cada aparelho, passando por custo, publicidade, estratĂ©gia de vendas.
Sigilo na vida pessoal
A mesma discrição que Jobs impunha na vida profissional – os lançamentos da Apple sempre foram tratados como segredo, aumentando a gerar um movimento de especulação que acabava servindo como publicidade gratuita – foi adotada em sua vida pessoal. Por isso, a luta do executivo contra o câncer no pâncreas foi tratada com muito sigilo, dando margem a uma infinidade de boatos.
Em 2004, Jobs fez tratamento apĂłs descobrir um tipo raro da doença. Durante o ano de 2008, Jobs foi aparecendo cada vez mais magro e os boatos aumentaram, atĂ© que ele anunciou em janeiro de 2009 seu afastamento da diretoria da empresa para cuidar da saĂşde. No inĂcio de 2011, novo afastamento, atĂ© que, em agosto, Jobs deixou de vez o comando da Apple. “Eu sempre afirmei que se chegasse o dia em que eu nĂŁo fosse mais capaz de cumprir minhas obrigações e expectativas como CEO da Apple, eu seria o primeiro a informá-los disso. Infelizmente, este dia chegou”, afirmou, em comunicado.
A vida reservada fez, por exemplo, que Jobs nĂŁo tivesse contato direto com sua famĂlia biolĂłgica. Nascido em 24 de fevereiro de 1995 em San Francisco, filho dos entĂŁo estudantes universitários Abdulfattah John Jandali, imigrante sĂrio e seguidor do islamismo, e Joanne Simpson, foi entregue Ă adoção quando sua mĂŁe viajou de Wisconsin atĂ© a CalifĂłrnia para dar Ă luz.
Segundo o pai biológico, os sogros não aprovavam que sua filha se casasse com um imigrante muçulmano. Lá, ele foi adotado por Justin e Clara Jobs, que moravam em Mountain View. Seus pais biológicos depois se casaram e tiveram uma filha, a escritora Mona Simpson, que só descobriu a existência do irmão depois de adulta.
Do pai adotivo, herdou a paixĂŁo de montar e desmontar objetos. Assim como Paul, Steve nĂŁo chegou a ser um especialista em eletrĂ´nicos, mas ao aprender os conceitos básicos conseguiu se aproximar das pessoas certas no lugar certo. Vivendo no Vale do SilĂcio, conheceu Steve Wozniak, gĂŞnio criador do primeiro computador da Apple. Trabalhou na Atari atĂ© decidir criar, com Woz, sua prĂłpria empresa.
Em mais uma conexĂŁo com a contracultura, Jobs teria tido um relacionamento de curta duração com a cantora folk Joan Baez, ex-namorada do Ăcone da mĂşsica Bob Dylan, talvez o maior Ădolo do empresário.
Casado com Laurene Powell desde 1991, Jobs deixa quatro filhos: Reed Paul, Erin Sienna, e Eve, nascidos de seu relacionamento com Laurene, e Lisa Brennan-Jobs, de um relacionamento anterior com a pintora Chrisann Brennan.
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